• Carlos Henrique Rutz

O DIA EM QUE A TRADUÇÃO FICOU DATADA, MAS PASSA BEM

Alguém aí sabe quem é a moça abaixo e quais são suas músicas na parada de sucessos?



Pois então, trata-se de Valesca Popozuda, intérprete suprema do megahit "Beijinho no Ombro."

O que ela faz aqui? Só no fim do post.

Antes que a leitora e o leitor abandonem este blog por picuinhas musicais, informo que esta não é uma postagem sobre música, mas vai ter música, porque sim.


Quem lê gibi, em qualquer idioma que seja, sabe que os autores, sejam eles senegaleses, neozelandeses, brasileiros, estadunidenses ou norte-coreanos (estes últimos, apenas suponho, não temos como saber) adoram incluir referências de cultura pop em seus roteiros.


Seja uma versão deformada do David Letterman em Cavaleiro das Trevas, ou então a fixação do Deadpool pela atriz Bea Arthur, chegando a histórias inteiras permeadas por músicas do hit parade da época, é inevitável que a bagagem e o ambiente do autor permeiem seu texto (e arte também, mas me sinto incapaz de discorrer sobre o tema, já que minha coordenação motora fina é de uma foca alcoolizada).


Dito isso, e quando o texto vai ser traduzido, o que deve ser feito?

Isso vai ser uma decisão editorial. Longe de ser uma questão de certo x errado, você tem opções.